Aqui vale quase tudo

Movimento das Mulheres Monárquicas

28 de Março de 2010
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Bom dia a todos e obrigada por estarem presentes no III Encontro da Acção Monárquica, desta vez aqui em Lisboa.

Primeiro que tudo convido-vos a ler a Petição para “ Uma Convenção Monárquica em 2010”, divulgá-la aos vossos Amigos e a assinarem-na se estiverem de acordo.

Acerca do Movimento das Mulheres Monárquicas, ele surgiu depois de uma reunião da Comissão Coordenadora da Acção Monárquica, realizada em Cascais.

Pretende-se com este Movimento:

1º – Unir as Mulheres em redor do ideal Monárquico

2º – Apoiar a Acção Monárquica em todas as actividades a realizar

3º – Ponderar sobre a urgência de mudança de regime, dado que a República, com apenas 100 anos está velha, gasta e sem futuro.

4º – Fazer chegar o ideal monárquico a todos os portugueses, através das mulheres aderentes ao Movimento.

5º – Fazer ver que é urgente e imprescindível a abstenção nas próximas eleições presidenciais.

6º – Colaborar com outros grupos monárquicos com o mesmo objectivo: devolver Portugal aos Portugueses e colocar um Rei no Trono.

7º – Despertar as Mulheres para os seus direitos fundamentais.

Preocupação sobre o estado de Portugal

Neste momento em Portugal podemos constatar que os Direitos da Mulher não estão a ser respeitados:

São penalizadas nos empregos quando engravidam,

Não têm liberdade para ter os filhos que querem, devido á condicionante financeira

Ganham na maior parte, salários inferiores aos dos seus colegas homens

São a maior percentagem dos desempregados,

Não se sentem seguras ao circularem por onde habitam,

As opiniões, muitas vezes, não são expressas devido a pressões externas,

São a maior parte no ensino superior mas depois não encontram emprego

A assistência médica é insuficiente, precária e discriminatória

Ainda são uma percentagem pouco significativa na vida política activa

Continuam a ser vítimas de maus tratos no ambiente familiar

Os sucessivos governos, nada têm feito de efectivo, para mudar a situação, antes pelo contrário: continuam a encerrar empresas, aumentando o desemprego, a não ajudar, em condições, as famílias numerosas, fecham-se hospitais e centros de saúde, fecham-se escolas no interior de Portugal, os programas de ensino escolar estão desenquadrados da realidade tendo sido adulterada a história de Portugal, foram remodelados para os estudantes serem condicionados a pensar “republicanamente”, não há respeito para com os professores, não se apoia a produção nacional, criando uma excessiva dependência do exterior, só há preocupação com as grandes obras (novo aeroporto, TGV e outras do género).

Convém também referir os desastres causados na sociedade, em especial: os actuais problemas de corrupção, o excesso de “jobs for the boys”, a distorção do conceito de Família, a morte lenta da produção nacional, criando uma excessiva dependência ao exterior.

Resumindo estes últimos governos só se têm preocupado com o “ Big is beautiful”, o que está definitivamente ultrapassado.

Influência social: passado, presente e projectos para o futuro

Passado

 

Não me vou referir a todas as mulheres que desempenharam papéis de grande relevo desde a fundação da Nação. Era demasiada informação. Vou apenas referir algumas da Dinastia de Bragança.

D. Maria I: foi a primeira rainha reinante em Portugal. O seu primeiro acto como rainha, foi a demissão e exílio da corte do Marquês de Pombal, a quem nunca perdoara a forma brutal como tratou a família Távora. Rainha amante da paz, dedicada a obras sociais, concedeu asilo a numerosos aristocratas franceses fugidos ao Terror da Revolução Francesa (1789). O seu reinado foi de grande actividade legislativa, comercial e diplomática, na qual se pode destacar o tratado de comércio que assinou com a Rússia em 1789. Desenvolveu a cultura e as ciências, com o envio de missões científicas a Angola, Brasil, Cabo Verde e Moçambique, e a fundação de várias instituições, entre elas a Academia Real das Ciências de Lisboa e a Real Biblioteca Pública da Corte. No âmbito da assistência, fundou a Casa Pia de Lisboa. O Teatro Nacional D. Maria II, no Rossio, tem o seu nome por ter sido inaugurado no seu dia de aniversário.

 

 

 

 

 

 

D. Estefânia, esposa de D. Pedro V: bela e instruída, D. Estefânia escreveu cartas íntimas à sua mãe em francês. Em uma delas, ela critica a alta sociedade portuguesa: “Os portugueses têm o sentido do luxo e da pompa, mas não o da dignidade“. Juntamente com o marido, Estefânia fundou diversos hospitais e instituições de caridade, o que lhe granjeou uma grande aura de popularidade entre os portugueses de todos os quadrantes políticos e sociais. O Hospital de Dona Estefânia, em Lisboa, foi assim nomeado em sua honra.

 

 

 

D. Maria Pia, esposa de D. Luís I: mãe extremosa dos seus filhos e mulher atenta aos mais necessitados, tendo-se destacado pela sua solidariedade para com os parentes das vítimas do incêndio do Teatro Baquet, em 1888. Habituada aos luxos da corte de Turim, D. Maria Pia era amante da alta-costura e de festas, como bailes de máscaras. Manteve-se alheia aos assuntos políticos, excepto quando o Marechal Saldanha, que cercou o Palácio da Ajuda em 1870, obrigou o rei a nomeá-lo presidente do Conselho de Ministros. Reza a lenda que D. Maria Pia teria exclamado ao Marechal:

Se eu fosse o Rei, mandava-o fuzilar!

 

 

 

 

D. Amélia, esposa de D Carlos I: como rainha, desempenhou um papel importante. Com sua elegância e carácter culto, influenciou a corte portuguesa. Interessada pela erradicação dos males da época, como a pobreza e a tuberculose, ela fundou dispensários, sanatórios, lactários populares, cozinhas económicas e creches. Todavia, suas obras mais conhecidas são as fundações do Instituto de Socorros a Náufragos (em 1892); do Museu dos Coches Reais (1905); do Instituto Pasteur em Portugal (Instituto Câmara Pestana); e da Assistência Nacional aos Tuberculosos. O regicídio de 1° de Fevereiro de 1908 lançou-a num profundo desgosto, do qual D. Amélia jamais se recuperou totalmente. Retirou-se então para o Palácio da Pena, em Sintra, não deixando porém de procurar apoiar, por todos os meios, o seu jovem filho, o rei D. Manuel II, no período em que se assistiu o degradar das instituições monárquicas. Encontrava-se justamente no Palácio da Pena, quando eclodiu a revolução de Outubro de 1910. Durante a Segunda Guerra Mundial, o governo Salazar ofereceu-lhe asilo político em Portugal, mas D. Amélia permaneceu na França ocupada, com imunidade diplomática portuguesa. Após o fim da guerra, em 8 de Junho de 1945, regressou a Portugal, numa emocionante jornada, visitando o Santuário de Fátima e todos os lugares que lhe estavam ligados, com excepção de Vila Viçosa, apesar da grande afeição que sentia por esta vila alentejana.

Foi madrinha de baptismo de Dom Duarte Pio de Bragança

 

 

 

Voltemos agora ao Presente

 

Infanta Dona Adelaide

A Infanta Dona Adelaide, é uma figura notável do século XX português. Nascida no exílio e nele tendo vivido três décadas, consiste num daqueles típicos casos de desprezo a que as instituições nacionais votam os nossos maiores. Fosse ela inglesa, americana ou alemã, seria um símbolo vivo e orgulho da sua nação.
Durante a II Guerra Mundial, salvou vidas, tratou os atingidos e consolou as mágoas de muitos outros que de repente viram desaparecer as pessoas queridas. Colaborou com os grupos de oposição interna e por isso foi condenada à morte, acusada pela Gestapo de conspiração.
Em Portugal, interessou-se pela protecção à infância,  mães pobres, crianças abandonadas ou sem recursos, foram recolhidas, vestidas, alimentadas e educadas. Nunca pediu para si qualquer benefício ou reconhecimento oficial e entre os mais simples, sempre encontrou os pilares da sua obra. A Infanta Dona Adelaide tem hoje 98 anos e é uma Grande de Portugal. Os monárquicos de Portugal – sem qualquer dúvida os derradeiros patriotas -, receberiam como um sinal de reconciliação, o reconhecimento oficial desta Senhora que foi, uma verdadeira Princesa do Povo.
Têm ultimamente surgido artigos e reportagens que procuram dar a conhecer a Portugal, uma vida plena de trabalho e dedicação à coisa pública.

D. Isabel de Bragança, casada com o herdeiro da coroa portuguesa, SAR Dom Duarte Pio, é, no entanto, uma mulher que faz questão de manter os gostos de sempre. Educada no Brasil, onde estudou Administração de Empresas. D. Isabel é conhecida pela simpatia, afabilidade, mas também pela alegria com que gosta de dançar. Outra actividade que D. Isabel não dispensa é montar a cavalo. Gosta de partilhar os passeios a cavalo com os filhos e o marido. Em casa, D. Isabel é uma mulher prática e veste a pele de mãe de três filhos. Apesar de ter ajudas profissionais nas actividades domésticas, sempre que pode gosta de entrar na cozinha, com o marido e os filhos, para juntos prepararem petiscos deliciosos, sobretudo bolos e sobremesas.

D. Isabel é uma fiel admiradora da rainha Santa Isabel e é Grã-Mestra da Ordem Real de Santa Isabel. A ordem honorífica é uma obra exclusivamente feminina, que agracia quatro novas damas na festa da Rainha Santa Isabel, a 4 de Julho dos anos pares, em Coimbra.

D. Isabel é patrona de várias instituições de caridade, a maioria voltada ao cuidado de crianças necessitadas e de pessoas vitimadas pela síndroma de Down.

D.Isabel, para além das tarefas maternais, participa ainda no protocolo da casa de Bragança e da Causa Monárquica, bem como em eventos sociais ou caritativos. É também a administradora do património dos Braganças.

Projectos para o futuro

Realização de “ Uma Convenção Monárquica em 2010”

– Continuação da divulgação aos Portugueses do objectivo Monárquico

– Entusiasmar os Portugueses com um projecto de mudança e de esperança, em que se preserve a Identidade, a Independência e a Soberania Nacional

– Colaborar em complementaridade com todos e todas as organizações que tenham o mesmo objectivo

– Fomentar a abstenção nas eleições para a Presidência da República

– Voltar a Acreditar em Portugal

– Devolver Portugal aos Portugueses

Um pensador disse:

“ Uma grande jornada começa com um pequeno passo, mas cuidado com este passo: é o mais importante.”

O primeiro passo já nós demos!

Viva Portugal!

Viva a Casa Real Portuguesa!

Viva a Monarquia!

Ana Vinagre

27 de Março de 2010


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Porque é que há pretensos Monárquicos que apoiam a República?

14 de Março de 2010
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Pode parecer uma grande contradição mas infelizmente é o que podemos constatar.

Quer queiramos, quer não, vivemos numa sociedade em que o dinheiro e o protagonismo são mais importantes do que os ideais e convicções de cada um.

Se fulano de tal pode ter um tacho, estando ligado ao partido A ou B porque é que se vai dar ao trabalho de recusar só para ser fiel aos seus princípios Monárquicos?

Nem sei como, mas até consegue dormir descansado, pois ao fim do mês chega o avultado pagamento que o liberta dos ataques, poucos certamente, da sua consciência.

Se outro fulano consegue ter protagonismo num papel importante em política, porque é que o vai recusar?

Se um fulano, supostamente monárquico, é convidado a candidatar-se á Presidência da República e aceita, qual será a razão?

Se um fulano, ligado directamente á Causa Real, apoia um candidato á presidência do partido X, será porquê?

Se fulanos ligados às Reais Associações concorrem nas eleições autárquicas isso é para quê?

Muitos mais casos haverá de certeza. Mas na minha simplicidade ou se é carne ou peixe.

É urgente que esses fulanos assumam perante o povo Português que são Monárquicos e que com o seu exemplo vivo o consigam transmitir.

Os Monárquicos têm de se assumir como simplesmente Monárquicos!

O pretendente ao trono, SAR Dom Duarte Pio, tem de dizer: Eu estou aqui, contem Comigo!

Portugal tem de voltar a ser dos Portugueses!

Viva Portugal!!!!!!!!!!!!!

Ana Vinagre

14-03-2010


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A todos os Monárquicos de Portugal

8 de Março de 2010
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Aproxima-se 2011, ano de eleições presidenciais.

Por muito que possam simpatizar com este ou aquele candidato é urgente que não votem em nenhum.

E porquê? Perguntam-me

È muito fácil a resposta e clara como água: se somos Monárquicos é porque queremos que o nosso representante seja um Rei e não um Presidente.

Perante isto nada mais tenho a acrescentar a não ser que tudo o mais são más desculpas para quem simplesmente não quer agir na transição para a Monarquia.

Temos de mostrar a todos os Portugueses, á Europa e ao resto do Mundo que já estamos fartos e isso só será levado a sério se a abstenção for superior a 51%. Claro que se for maior, melhor.

Vamos devolver Portugal aos Portugueses.

Viva Portugal!

Ana Vinagre

08-03-2010


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Porque estou farta de viver numa República?

7 de Março de 2010
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Esta República parece uma carroça vazia, nada lá dentro e uma barulheira que não se aguenta.

Está falida, corrupta, tomada de assalto pelos partidos que nada fazem em defesa do povo, mas somente em defesa do seu próprio umbigo.

São subsídios atrás de subsídios sabe-se lá para quê e para quem.

Descuram a agricultura, a pesca, os produtos tradicionais, a língua, as tradições populares.

Deturpa-se ou esquece-se a História deste País, fundado em 1143.

Vivemos num país em que o que importa é “ter” e não “ser”.

Os portugueses estão cansados de não terem emprego, de pagarem impostos demasiado altos, de terem uma assistência á saúde miserável, por não haver boas escolas com bons programas de ensino. O que se ensina hoje em dia tem o cunho republicano para não dar hipótese aos jovens de poderem pensar que há alternativas.

Estamos fartos de assaltos, realizados muitas vezes por pessoas que cá estão devido á má abertura das fronteiras.

Estamos fartos de trabalhar um mês inteiro (quem ainda tem essa sorte) para recebermos o nosso ordenado ao passo que milhares de pessoas passam o mês inteiro a fazer sabe-se lá o quê e depois têm direito ao rendimento mínimo.

Estamos fartos de gestores que só o são porque pertencem ao partido certo.

Estamos fartos do fosso entre os mais ricos e os mais pobres estar a crescer cada vez mais.

Os nossos políticos só se preocupam em ficar bem na fotografia da Europa, mas infelizmente já nem isso estão a conseguir.

Estamos fartos de patrões que abusam de nós, que nos dizem como tipo chantagem que ainda nos pagam o ordenado a tempo todos os meses. (como se não o merecêssemos).

Estamos fartos de estarmos fartos e cansados de estarmos fartos.

E por estes motivos todos e mais alguns, os monárquicos não devem votar na eleição para Presidente da República. A abstenção tem de ser superior a 51 % para mostrarmos a Portugal e ao resto do Mundo que não queremos viver numa República.

Ana Vinagre

07-03-2010


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    Iniciando….

    Tal como o nome sugere, vou tentar escrever o melhor que consiga acerca do que achar pertinente, incómodo, romântico, misterioso, fútil, verdadeiro e outros adjectivos mais. Resumindo: vou escrever acerca do que me apetecer, comunicar por este meio o que me vai na cabeça, coração e quem sabe de que mais órgãos. Comentem, partilhem pensamentos, sintam-se livres, não esquecendo sempre que a liberdade de cada um termina onde começa a do outro. O blog é meu para quase todos............. Sintam-se em vossa casa. Passem um bom bocado. Ana Vinagre
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